quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

CALENDÁRIO DE 2020 ESTARÁ RECHEADO DE FERIADOS PROLONGADOS

O ano de 2020 dos brasileiros contará com nove feriados em seu calendário nacional. Destes, seis são prolongados. A maioria dos dias irão cair em sextas-feira, terças-feiras e segundas-feiras quando a possibilidade de emendar é maior.
A quantia ainda pode aumentar dependendo das datas festivas referentes aos estados e municípios. Nas somas de um paulista, por exemplo, entram ainda Dia da Consciência Negra (20 de novembro), Aniversário da Cidade (25 de janeiro), Revolução Constitucionalista (09 de julho), Carnaval (25 de fevereiro) e Corpus Christi (11 de junho). Os dois últimos são comuns em muitas regiões brasileiras e chegam a serem confundidos com feriados nacionais, porém, não são. Dessa forma, um paulista contaria com catorze folgas durante o ano que vem.
Ficou curioso para programar suas viagens e folgas para 2020? Confira os feriados nacionais que estão listados abaixo e pesquise o calendário da sua cidade e seu estado para conferir suas chances.

Confira os feriados nacionais de 2020:
  • 1º de janeiro (quarta-feira): Confraternização Universal
  • 10, 11 e 12 de abril (sexta-feira a domingo): Paixão de Cristo (dia 10)
  • 21 de abril (terça-feira): Tiradentes
  • 1º, 2 e 3 de maio (sexta-feira a domingo): Dia Mundial do Trabalho (dia 1º)
  • 5, 6 e 7 de setembro (sábado a segunda-feira): Independência do Brasil (dia 7)
  • 10, 11 e 12 de outubro (sábado a segunda-feira): Nossa Senhora Aparecida (dia 12)
  • 31 de outubro, 1º e 2 de novembro (sábado a segunda-feira): Finados (dia 2)
  • 15 de novembro (domingo): Proclamação da República
  • 25, 26 e 27 de dezembro (sexta-feira a domingo): Natal (dia 25)

Créditos: Megacurioso

sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

Homem esmagado por rocha na erupção do Vesúvio é descoberto

Autoridades do sítio arqueológico de Pompéia anunciaram a descoberta do esqueleto de um homem esmagado por uma enorme rocha enquanto tentava fugir da erupção do Monte Vesúvio em 79 dC.
A vítima, estimada possuir mais de 30 anos, teve seu tórax esmagado. Arqueólogos não encontraram a cabeça da vítima. Autoridades disseram que o homem sofreu de uma infecção na perna que pode ter causado dificuldades de locomoção e, assim, impedido sua fuga.
Foi divulgada uma foto mostrando o esqueleto saindo de baixo de uma grande rocha que pode ter sido um batente de porta que havia sido “violentamente lançado pela nuvem vulcânica”.
O homem, que se acreditava ter 30 anos, foi encontrado no primeiro andar de um prédio, acima da camada de pequenas pedras carregadas pela nuvem.
Mas não foi a lava derretida de movimento lento que matou a maioria das pessoas de Pompéia. Em vez disso, uma vasta nuvem de gás quente e fragmentos – chamada de fluxo piroclástico – surgiu sobre a cidade, matando seus habitantes onde quer que estivessem e enterrando-os em cinzas, preservando seu momento final.
O diretor geral do sítio arqueológico, Massimo Osanna, chamou de “um achado excepcional” que contribui para um melhor “retrato da história e civilização da época”.


Créditos: The Guardian

Microgravidade parece neutralizar a maioria das células cancerosas

Um experimento conduzido por Joshua Chou, professor de engenharia biomédica da Universidade de Tecnologia de Sydney (Austrália), mostrou que um ambiente de microgravidade pode neutralizar células cancerosas de quatro tipos: do nariz, ovário, mama e pulmão.
“Nosso trabalho descobriu que, quando colocadas em um ambiente de microgravidade, 80 a 90% das células dos quatro tipos de câncer foram desativadas. Por desativadas, quero dizer que ou morreram ou flutuaram para longe porque não conseguiram mais se juntar [para formar um tumor]. Esses quatro tipos de câncer são alguns dos mais difíceis de matar”, afirmou Chou.
O próximo passo da pesquisa, que acontecerá já no início do ano que vem, envolverá enviar células para um experimento a bordo de um módulo especialmente projetado na Estação Espacial Internacional.
O processo pelo qual o câncer cresce e se espalha parece indicar que existe uma forma pela qual as células são capazes de sentir umas às outras, e se aproximar para formar um tumor.
Os cientistas sabem que a única maneira de isso acontecer é através de forças mecânicas que evoluíram para funcionar em um ambiente onde há gravidade. O que ocorreria em um ambiente, então, sem essa gravidade?
Chou queria descobrir. Ele e sua equipe testaram os efeitos da microgravidade em células cancerígenas em laboratório usando um dispositivo do tamanho de uma caixa com uma pequena centrífuga dentro. O recipiente gira as células até que elas experimentam a sensação de microgravidade.
O resultado foi tão promissor – as células foram incapazes de sentir umas às outras e se juntar para formar um tumor – que a equipe decidiu levar o experimento até o espaço.
Próximo passo
O novo estudo deve durar sete dias. A equipe de Chou permanecerá na Terra, monitorando o progresso do experimento daqui. Quando ele estiver concluído, as células serão congeladas para retornar ao solo, onde serão examinadas em busca de alterações genéticas.
Se os resultados confirmarem o que a equipe de Chou viu em laboratório, os pesquisadores planejam desenvolver tratamentos que tenham o mesmo efeito que a microgravidade.
Esses tratamentos não vão agir como uma cura, no entanto. O ideal é que sejam administrados junto com as terapias médicas atuais, como drogas e quimioterapia, a fim de reduzir a propagação do câncer e tornar os métodos clínicos convencionais mais eficazes, rápidos e baratos.
O futuro da medicina espacial
Segundo os pesquisadores, esse e outros avanços no campo da medicina espacial demonstram como esse tipo de pesquisa pode levar a benefícios comerciais e médicos.
“Espero que essa seja uma de muitas missões de pesquisa espacial australiana. Minha equipe e eu temos a sorte de ter a oportunidade de fazer essa pesquisa, pois é tão rara e usaremos nossas conclusões para sinalizar à comunidade de pesquisa australiana que a era da biologia e da medicina espaciais está verdadeiramente aqui”, concluiu Chou.

Créditos: Megcurioso

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Objetos de vidro também já podem ser impressos em 3D

Produzir objetos de vidro usando a impressão 3D não é fácil. Apenas alguns grupos de pesquisadoresem todo o mundo conseguiram produzir vidro usando fabricação aditiva.Alguns criaram objetos imprimindo vidro fundido, mas a desvantagem é que isso requer temperaturas extremamente altas e equipamentos resistentes ao calor. Outros usaram partículas de cerâmica em pó, que podem ser impressas a temperatura ambiente e depois sinterizadas para criar vidro; no entanto, isso só permite imprimir objetos simples.Por isso surpreendeu quando pesquisadores do Instituto Federal de Tecnologia de Zurique, na Suíça, conseguiram imprimir objetos de vidro complexos usam a estereolitografia, uma das primeiras técnicas de impressão 3D desenvolvidas, ainda na década de 1980.
David Moore e seus colegas conseguiram isto graças a uma resina especial que contém um plástico, e moléculas orgânicas, às quais são ligados os precursores do vidro.
A resina pode ser processada e curada pela técnica tradicional, com irradiação com luz UV. Onde quer que a luz atinja a resina, ela endurece porque os componentes sensíveis à luz do polímero reticulam nos pontos iluminados. Os monômeros de plástico combinam-se para formar uma estrutura semelhante a um labirinto, criando o polímero. Finalmente, as moléculas portadoras de cerâmica preenchem os interstícios desse labirinto.
A técnica também permite modificar a microestrutura, camada por camada, misturando sílica com borato ou fosfato e adicionando-a à resina. Objetos complexos podem ser feitos de diferentes tipos de vidro, ou mesmo combinados no mesmo objeto.
Falta então o passo final. A matriz impressa é aquecida a duas temperaturas diferentes: a 600 °C, para queimar a estrutura do polímero e, em seguida, a cerca de 1000 °C, para densificar a estrutura cerâmica em vidro.
Durante o processo de queima, os objetos encolhem significativamente, mas ficam transparentes e duros como o vidro comum.
Esses objetos de vidro impressos em 3D são bem pequenos, e tudo indica que a técnica não será adequada para imprimir objetos de vidro grandes, como garrafas, copos ou vidros para janelas.
No entanto, assim que a equipe solicitou uma patente da tecnologia, um grande fabricante de vidrarias da Suíça entrou em contato e já está negociando o licenciamento da patente - sem especificar quais produtos a empresa pretende produzir com a tecnologia.

Créditos: Inovação Tecnológica